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Banco de Córneas – uma cultura virtuosa de cooperação

O Ministro da Saúde oficializou hoje o primeiro “Banco de Córneas de Cultura” em Portugal, no Hospital de Santo António, onde também se fez o primeiro transplante de córnea do país, em 1958.
A córnea é uma película fina e transparente, humedecida pelas lágrimas, com propriedades óticas e essencial na proteção do olho contra as agressões ambientais.
O transplante destina-se a substituir córneas doentes, que se tornaram translúcidas ou opacas, impedindo a visão.
Na última década, o hospital faz entre 150 e 200 transplantes de córnea por ano, sendo a escassez de tecidos o passo limitante do processo.
A criação do “Banco de Córneas de Cultura” permite o processamento laboratorial em meio biológico, ultrapassando a conservação a frio, alargando os critérios de colheita, além do prazo de validade e a qualidade dos tecidos colhidos.
A implementação desta técnica resultou a da cooperação virtuosa entre o Serviço de Oftalmologia, o Serviço de Anatomia Patológica (técnicos de citopatologia), o Centro Materno-Infantil Albino Aroso (biólogos do Banco de Gâmetas), o Centro de Transplantação e o Departamento da Qualidade.

Noticia RTP 
Notícia TSF

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